Bronquiolite: o que é, como prevenir e como tratar

Publicado por em 06/04/2017 às 16h52

A bronquiolite é uma das doenças respiratórias mais comuns nas crianças e bebês. O período de maior contaminação por essa doença é durante o inverno, quando a doença se propaga com mais facilidade e velocidade. Entender o que é, como funciona essa doença e o que fazer para preveni-la e cura-la é essencial.

Essa doença atinge os pulmões das crianças.  Esse processo infeccioso causa um inchaço das vias respiratórias dentro dos pulmões, vias essas conhecidas como bronquíolos, que são uma espécie de tubos por onde passar o ar.

Além do inchaço, os bronquíolos ficam repletos de muco. O ar que vai para os pulmões passa pelos bronquíolos; quando há essa infecção e eles ficam inchados e com muco, a passagem do ar fica limitada, causando dificuldade para respirar. O ar tem muito mais dificuldade de entrar e sair dos pulmões do que antes.

Bronquiolite, o que éA bronquiolite possui uma série de sintomas, entre os quais:

  • Dificuldade para respirar;
  • Respiração curta, rápida e entrecortada;
  • Chiados;
  • Inapetência (ausência de vontade de comer);
  • Tosse inicialmente curta, seca e fraca; tosse com muco quando há sinais de melhora;
  • Coriza;
  • Obstrução nasal;

Ela é uma doença altamente contagiosa. Ela pode contaminar as crianças quando estas entram em contato com alguém que esteja contaminado. Outra forma possível de contágio é o uso compartilhado de objetos, pois estes podem conter os microorganismos contaminadores e assim propagar a doença entre aqueles que os utilizam.

Como prevenir a bronquiolite?

A bronquiolite é uma doença que pode ser prevenida, diminuindo-se ao máximo as chances de contágio. Obviamente que mesmo com a prevenção o contágio da doença pode ocorrer, mas as oportunidades para isso diminuem consideravelmente se houver os devidos cuidados.

Confira abaixo algumas maneiras de prevenir a ocorrência de bronquiolite nas crianças e bebês.

  • Mantenha as crianças e bebês o mais longe possível de pessoas doentes. Por serem mais suscetíveis as doenças, o contágio é muito mais fácil.
  • Lave constantemente as mãos, mantenha as mãos da criança higienizadas e iniba que pessoas que não tenham se higienizado de ter um contato mais próximo com a criança.
  • Os brinquedos, copos, canudos, talheres e outros objetos de uso constante da criança devem estar sendo frequentemente higienizados.
  • A vacinação da criança deve estar sempre em dia.

Tratamento da bronquiolite

Por ser uma doença causada por um vírus, não há nenhum tratamento específico para a cura da doença.  Há uma série de medidas que podem ser tomadas para amenizar os sintomas e proporcionar maiores condições do organismo dos pequeninos a criar mais anticorpos para combater a doença.

Entre as formas de tratamento disponíveis para bronquiolite, podemos citar:

  • Repouso

Faça com que a criança permaneça em repouso constante, enquanto estiver doente. Não só por conta do cansaço causado pela doença, mas para evitar gastos maiores de energia e facilitar que ela se fortaleça.

  • Inalação

É muito válido você emprestar ou comprar um aparelho para a efetuação da inalação. Fazer inalação com soro e alguns medicamentos broncodilatadores (indicados pelo médico responsável) ajudam na eliminação do muco e na maior abertura das vias respiratórias, aliviando os sintomas.

  • Soro nasal

O soro nasal ajuda a eliminar o muco, acabando com a obstrução nasal e/ou coriza.

  • Antipiréticos

Os antipiréticos são medicamentos que diminuem a temperatura corporal. Em outras palavras, eles diminuem a febre. Caso a criança apresente febre quando estiver com bronquiolite, consulte um médico para que ele prescreva algum antipirético.

  • Hidratação e alimentação

É fundamental que a criança esteja bem hidratada e alimentada, para estar com o corpo mais fortalecido. Dê bastante líquidos para a criança, como água e sucos e também uma alimentação equilibrada e saudável.

Evitando a contaminação da bronquiolite

Nada mais eficaz para evitar a contaminação da bronquiolite do que a manutenção de frequentes hábitos de higiene e medidas que inibam o máximo possível as chances de contágio. Além disso, com o tratamento feito até o fim e não somente quando os sintomas amenizam, a cura é efetiva.

Tags: Doenças Respiratórias, Saúde do Bebê, Saúde Infantil

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