Filhos

Valentina nasceu, agora tenho duas joias!

Publicado por Vanessa Motta Reis em 10/12/2014 às 23h38

Valentina chegou para completar nossa alegria e aumentar ainda mais nosso amor em casa.

Nossa ansiedade e a expectativa só aumentava com a espera para conhecer nossa pequena, mas sumiu no mesmo instante em que pudemos ouvir seu choro pela primeira vez e ter certeza de que sua saúde é perfeita.

Valentina

Valentina nasceu, agora tenho duas joias!

 

Tenho somente a agradecer ao Papai do céu e ao papai Michel que me presenteou com as duas filhas lindas que são hoje os maiores e principais motivos da minha vida, também são meus grandes desafios de aprendizados no dia a dia.

Mamãe
Vanessa Motta Reis

 

Categoria: Experiências, Filhos
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Crianças e Papai Noel, o bom velhinho existe?

Publicado por Vanessa Motta Reis em 23/11/2014 às 22h50

Papai Noel, fadas, super-heróis, coelhinho da páscoa... faz parte da infância de todas as crianças e acreditem faz um bem danado, as crianças aprendem muito através do mundo lúdico e imaginário, se tornando pessoas criativas e otimistas!

Já vi muitos adultos mergulharem neste mundo de fantasia voltando no tempo de infância e se divertindo, imagine para as crianças..., diversão dobrada, uma inocência pura, uma infância para ser lembrada.

Papai Noel existe?

Crianças e Papai Noel, o bom velhinho existe?Então aqui em casa a resposta é “sim, Papai Noel existe”, todos nós um dia acreditamos em Papai Noel, independente de religião ou crenças, deixe seu filho acreditar, sonhar, usar sua imaginação, faça deste momento um aprendizado, mostre valores para a criança através deste mundo delicioso da fantasia e da imaginação.

Um dia o Papai Noel vai embora sozinho, sem você precisar explicar muito porque ele foi embora ou que nunca existiu, criança é esperta, muito mais do que podemos imaginar.

Maria Luiza quando completou dois anos de idade ficou simplesmente encantada com as luzes de natal, com as bolas na árvore, mas tinha um pouco de medo do bom velhinho barbudo vestido de vermelho, mesmo assim encarou seus medos e pediu pro Papai Noel trazer uma bicicleta cor de rosa e que em troca deixaria suas chupetas na árvore de natal e funcionou, foi assim que a Malu deixou as chupetas.

Com três aninhos quis uma árvore de natal bem grande e com bolas cor de rosa rsrsrs... coisa de menina, mas enfim, montamos eu e papai com ela uma árvore com bolas pratas e um monte de mini pelúcias cor de rosa e ficou do jeitinho que ela queria, passeando em um shopping sentou no colo do Papai Noel e pediu que ele fizesse um brinquedo surpresa pra ela lá no polo norte na fábrica do Papai Noel, quanta imaginação!

Este ano montar a árvore de natal foi uma delicia!!! Malu está com quatro anos e eu com um barrigão enorme da Valentina, quem nos ajudou foi à vovó Adriana, Malu foi quem pendurou a maioria das bolas e quem também determinou o lugar de cada uma delas. A noite quis entender porque no prédio tem um monte de árvores enfeitadas com luzes e como também entramos neste mundo de fantasia expliquei que era para o Papai Noel saber que precisa passar no nosso prédio onde tem uma criança esperando o seu presente surpresa.

Detalhe, este ano ela queria ir até o polo norte pra conhecer a casa do Papai Noel, há há há, ou melhor, Ho Ho Ho, mas expliquei que fica muito longe e só dá para chegar de trenó e como não temos um precisamos esperar ele passar aqui em casa.

Não devemos tirar de uma criança a capacidade de fantasiar, o nosso papel de “pais” é facilitar o mundo da imaginação, ensinar que o Papai Noel representa muito mais do que a entrega de presentes, que o bom velhinho barbudo e simpático pode de alguma forma agregar valores a família, que assim como no natal devemos espalhar fraternidade e bondade durante o ano todo, devemos ser pessoas boas que ajudam e fazem outras felizes, que precisamos respeitar o próximo para que o Papai Noel fique ainda mais feliz nesta época mágica, que o mais importante é o que fica registrado em nosso inconsciente, uma das recordações mais bonitas que trazemos da infância.

Minha dica é: sonhe junto com seu filho, volte a ser criança e entre neste mundo de imaginação e tenha para sempre as melhores recordações.

Ensine que o melhor presente chama-se união, família, amor...

Mamãe
Vanessa Motta Reis

 

 

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Dar ou não chupeta ao nosso bebê?

Publicado por Vanessa Motta Reis em 03/11/2014 às 22h48

Dar ou não chupeta ao nosso bebêEste é um assunto que causa dúvidas e polêmicas não é mesmo? Confesso que quando engravidei da Malu me fiz essa pergunta várias vezes dar ou não chupeta para minha filha. Vou então falar um pouquinho da minha opinião sobre o uso da chupeta, mas também respeito às opiniões contrárias, pois para mim, todas as mães querem o melhor ao filho mesmo que de maneira diferente.

Sempre ouvi que o uso da chupeta não seria bom para o bebê, como coisas do tipo: “não dê ao seu filho, estraga os dentes e atrapalha a dicção” ou “é muito feio uma criança chupando chupeta” e ainda cheguei a ouvir “criança que chupa chupeta não mama no peito”, pronto! Essa foi a pior, me desesperei e com isso a dúvida só aumentou. Por outro lado, mesmo tendo ouvindo tudo isso eu já tinha trabalhado com produtos direcionados exclusivamente ao público infantil e mães e me lembro de que muitas (e não foram poucas) me disseram “dei e para mim foi à solução” e outras me disseram “antes a chupeta do que o dedo”.

Quando arrumei a mala para maternidade para ganhar a Malu coloquei duas chupetas na caixinha e enfiei na mala e pensei, vamos ver no que vai dar! Optei por usar o bom senso e ver se iria dar certo.

No início sofri bastante com a amamentação, eu não sabia amamentar e a Malu não pegava direito, não desisti por isso, logo na primeira noite ela chorou muito e foi quando eu e meu marido decidimos dar sim a chupeta, percebi duas coisas naquele instante, era de fato como um calmante, mas minha filha estava com fome, literalmente, a enfermeira passou a madrugada comigo e com ela até que conseguimos e eu pude amamentar.

Primeiro desafio resolvido e agora vinha o segundo já no quinto dia ela começou com as cólicas e advinha? Novamente a chupeta! Claro que chupeta não resolve cólica de bebê, mas me ajudava acalma-la. E com isso a Malu acabou usando a chupeta até os dois anos de idade, o que não atrapalhou a amamentação, nem a dicção e também não deformou a arcada dentária.

Aqui em casa fazia assim, oferecia a chupeta quando ela começava a chorar até que eu pudesse descobrir o porquê do choro, na maioria das vezes ela usava para dormir, mas assim que adormecia eu retirava com cuidado a chupeta colocava na caixinha e deixava que ela dormisse sem fazer uso da chupeta, me ajudava bastante. Durante o dia tentava distrai-la com outras coisas, enfim não posso dizer que não se torna um vício, mas com paciência, firmeza e bastante conversa conseguimos retirar tranquilamente a chupeta da Malu aos dois anos e três meses ela já não usava mais.

Se você optou por usar chupeta, a minha dica de mãe é:

  1. Use chupetas ortodônticas e que seja adequada a idade do seu filho, nas embalagens elas vêm marcando para qual idade a chupeta corresponde, normalmente de 0 a 6 meses ou de 6 a 18 meses, algumas marcas têm de 0 a 2 meses. O que muda? O tamanho do bico da chupeta aumenta de acordo com o crescimento da boquinha da criança.
  2. Determine horários específicos para o uso da chupeta, aqui em casa era usada na maioria das vezes para as sonecas e sono noturno que era quando a Malu mais ficava enjoadinha, mas assim que o bebê adormecer você pode retirar e se prestar atenção vai ver que o bebê para de sugar quando adormece e não precisa mais da chupeta.
  3. Amamentar é prioridade para o bebê, então caso você perceba que ele mama menos porque esta preferindo a chupeta ou porque esta ganhando pouco peso peça uma orientação ao seu pediatra.
  4. Se você optar pelo uso da chupeta não esqueça que a higienização precisa ser adequada, eu sempre tinha uma chupeta reserva comigo para o caso de cair no chão e estar em algum lugar que eu não pudesse lavar ou esterilizar novamente.  A chupeta do bebê precisa ser esterilizada pelo menos uma vez ao dia.
  5. A fase oral da criança vai até os dois anos e idade, passado este período, é bom começar a pensar em como será a retirada da chupeta.

Quer saber como retirei a chupeta da Malu? Não sei se fiz correto, mas funcionou e foi na base da negociação e da troca. Malu faz aniversário em setembro e logo que completou dois aninhos começamos (eu e meu marido) a contar a história do papai Noel e ela foi se interessando, quando montamos a Árvore de Natal em casa combinamos que ela colocaria as chupetas na árvore para o papai Noel levar e em troca o bom velhinho deixaria uma bicicleta pra ela.

Ela colocou as chupetas na árvore e conforme foi se aproximando do natal o papai Noel levava uma chupeta por noite. A gente sempre mostrava que uma tinha sumido e explicava que a bicicleta estava chegando, foram muitas noites em que ela pediu a chupeta, mas sempre falava que se ela pegasse a chupeta de volta o papai Noel não deixaria mais a bike, que dó! Mas funcionou, a bicicleta chegou e as chupetas foram embora.

A Organização Mundial de Saúde entende que o uso da chupeta pode desestimular o aleitamento materno e por isso deveria ser contraindicada. Mas outros estudos apontam que não há interferência no aleitamento e que a chupeta ortodôntica pode ser usada sem o risco de deformar a arcada dentária.

Portanto mamães o que vale é a sua opinião de mãe e o bom senso sempre!

Beijos e até a próxima.
Mamãe
Vanessa Motta Reis

 

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Criamos filhos para voar...

Publicado por Vanessa Motta em 26/08/2014 às 21h38

É isso mesmo, criamos filhos para voar, para o mundo, para a vida...

Hoje acordei assim com um sentimento infinito de saudades antes mesmo de já ter acontecido, Malu acordou antes de mim, me fez carinho na sobrancelha, me beijou e disse: “acorda mamãe, já tá dia”, estava tão cansada que fechei os olhos e respondi: “mamãe já acordou”, há há há que nada peguei no sono que parecia sonho e de repente escuto uma vozinha fininha falando: “mamãe tô no banheiro já acabei”.

Criamos filhos para voar...Só ai me dei conta que até outro dia era eu quem acordava ela, enchia de beijos, levava no banheiro... enfim, a rotina de sempre e desta vez minha mocinha já estava acordada pedindo uma ajuda, meu Deus passa muito rápido, voa o tempo, parece que foi ontem, mas já se passaram quatro anos.

Acho que por estar grávida novamente e perceber que ela esta cada dia mais independente me despertou esse sentimento de saudade, fico feliz por ela estar em uma fase que quer fazer tudo sozinha, sinal que estou dando conta da tarefa mais difícil que é ensinar e ao mesmo tempo sentindo falta de ajudar, de fazer, como mãe é boba né? Ao mesmo tempo em que quer que o filho faça tudo sozinho e cresça, também quer estar 24 horas na vida dele, vai entender!

No início das aulas quando eu chegava na porta da sala de aula para busca-la era um sorriso de orelha a orelha, um monte de beijos e dizia que já estava com saudade de mim, voltava para casa contando todas as atividades, ultimamente antes de me falar “oi” a primeira pergunta é:” Mãe podemos ficar um pouco mais pra brincar com os amigos lá fora?”.

Na rua sempre andava de mãos dadas (sempre ensinei que onde passa carro e tem muita gente precisa dar a mão a um adulto), agora me olha, observa ao redor e vai logo pedindo: “Mãe esta tranquilo aqui posso andar do seu lado sem dar a mão?”.

Nos deveres da escola que vem para serem feitos em casa, sempre fizemos juntas, sempre orientando e explicando cada detalhe, no último dever disse que não precisava eu poderia me sentar e se ela precisasse me chamaria. E não é que fez direitinho, coração partido por ter sido dispensada da tarefa, mas orgulhoso!

Hoje adora ir ao shopping comigo, daqui uns anos serei substituída neste passeio pelas amigas. Será que ao menos vai querer que eu leve ela e as amigas ou será que para ela eu serei um mico? E quando começar as baladas? Viajar com os amigos? Meu Deus, não quero nem pensar!

Já ouvi essa frase várias vezes “Quando você for mãe ai você vai entender”, hoje eu entendo e compreendo exatamente essa frase e é muito engraçado que precisamos realmente nos tornar mãe para entender.

Criamos filhos para voarCuidamos, ensinamos, educamos, passamos por várias profissões, mãe psicóloga, mãe médica, mãe professora, mas o mais importante, na minha opinião, é ser mãe amiga, que vai estar presente em todos os momentos importantes e que sempre estará pronta para fazer qualquer coisa por um filho em qualquer idade da vida dele, que vai estar sempre disponível para o que for preciso, para dar colo em qualquer fase da vida deles, não será preciso dizer nada somente ouvir e o nosso olhar será a resposta “te amo minha filha e estou aqui”, e é assim passando todos os valores que são importante que eles saberão para onde correr quando precisarem.

É simplesmente um amor infinito que sentimos pelos filhos e um dia eles estarão exatamente no mesmo lugar que estamos hoje!

Mamãe
Vanessa Motta Reis

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