Experiências

O que eu quero no dia das mães?

Publicado por Vanessa Motta Reis em 13/05/2017 às 21h25
O que eu quero no dia das mães?Foto de Arquivo Pessoal - Sua Reprodução Não Está Autorizada

No dia das mães quero acordar com a cama cheia, digo com minhas filhas pulando em cima de mim ou ainda ter a oportunidade de acordá-las em suas camas só para poder ter aquele momento em que sento ao lado e antes de dar um beijo de bom dia contemplar aqueles rostinhos e agradecer.

No dia das mães quero me sentar à mesa para tomar um café da manhã com minhas filhas e ouvi-las falando sem parar, “mãe quero leite, me dá pão, não gosto de queijo...” e neste momento olhar para meu marido (porque nossos olhares se entendem e falam, acredite) e agradecer novamente por estarmos ali reunidos, mesmo que no meio da bagunça que as meninas fazem na mesa, mas estamos juntos.

No dia das mães gostaria de almoçar com minhas “Mães”, sim eu disse mães e elas entenderão, mas como a distância não permitirá quero almoçar com minhas filhas, ouvir as pérolas da mais velha enquanto me enrola para não comer a comida e me deliciar com o apetite da mais nova e neste momento me orgulhar por ter filhas tão diferentes.

No dia das mães quero passear no parque com elas, assim como todo final de tarde de um domingo qualquer, quero observar elas brincando juntas para ter certeza que estou ensinando a crescerem sempre unidas, neste momento meu coração transborda de tanto amor.

No dia das mães quero terminar com um balde de pipocas gigante sentada no meio do sofá com uma filha de cada lado fazendo nosso tradicional cineminha em casa, pode ser assistindo a porca rosa ou aquela menina joaninha, não importa porque não vou assistir mesmo, quero estar ali só pelo “nosso momento”.

No dia das mães quero colocá-las para dormir, quero deitar na cama com elas, Valentina literalmente em cima de mim e Malu ao meu lado segurando minha mão, depois que adormecer levar cada uma para sua cama me sentar ao lado delas e novamente agradecer.

Para terminar meu dia das mães ainda quero abraçar meu parceiro, lembrar das facetas do nosso dia, rir juntos e dizer “obrigada pelos dois presentes incríveis que você me deu” é o que tenho de mais valioso na vida. E mais uma vez agradecer a Deus por me permitir ser mãe e viver tudo isto.

Poderia desejar tantas outras coisas neste dia, mas o que de fato me completa e me faz sentir que sou a mãe e a mulher mais feliz do mundo estão em lembranças que levarei eternamente comigo.

Para você que também é mãe desejo um feliz dia incrível, um dia regado de muito amor, abraços, beijos, carinhos, sorrisos, gargalhadas.... Feliz Dia Das Mães ❤!

Mamãe Vanessa 

Categoria: Experiências, Maternidade
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Sugador nasal: um item que não pode faltar no seu enxoval

Publicado por Vanessa Motta Reis em 20/10/2016 às 22h00

Sugador Nasal Sana BabiesFoto de arquivo pessoal - sua reprodução não está autorizada

Uma das coisas que me incomoda muito é nariz entupido, agora imagina um bebê com o narizinho cheio de secreção, escorrendo ou sujinho mesmo. Quando a Malu nasceu comprei o aspirador nasal, mas não deu certo e foi aí que mesmo com medo recorri ao velho e bom cotonete para tirar as sujeirinhas do nariz dela. Medo porque bebê não para e se escapa da mão é acidente na certa.

No enxoval da Valentina nem inclui o aspirador na minha lista, mas aos três meses ela teve um início de pneumonia e foi aí que meu marido me apresentou uma novidade que estava chegando no Brasil e que já era tendência em toda Europa o sugador nasal da Sana Babies e foi excelente. Na época Valentina mamava exclusivamente no peito, mas com o nariz entupido ela tinha dificuldades de mamar, cansava logo de sugar e com isso se alimentava menos e era tudo o que eu não precisava naquele momento.

Enfim o que eu quero compartilhar aqui são as vantagens de um produto de qualidade e que eu sinceramente acho que não deve faltar na sua lista de enxoval, pois certamente será muito útil.

Como é usado o sugador nasal

O sugador nasal funciona através de sucção que é feita por um adulto, através de uma ponteira de silicone bem macia que é colocado na entrada do nariz da criança, não é preciso introduzir dentro do nariz, por isso não machuca!

A secreção que sai do nariz da criança fica dentro de uma barreira que tem logo após a ponta do sugador, evitando qualquer contado com a nossa boca.

Antes de usar o sugador nas meninas eu primeiro coloco soro fisiológico para umedecer e facilitar a retirada das sujeirinhas e secreções.

O sugador Nasal da Sana Babies é indicado não só para quando os bebês estão resfriados, mas também para a limpeza diária e por experiência própria, vai te dar mais segurança para usar do que o cotonete.

Diferenciais do sugador nasal.

  • Fácil e seguro de usar.
  • Preço justo (ótimo custo benefício).
  • Não precisa comprar filtros extras, a válvula de contenção é lavável, assim como o sugar todo.
  • A ponteira de silicone é molinha, suave e não machuca, pode ser usado desde o nascimento até os cinco anos.
  • Faz a limpeza com facilidade e proporciona um alívio imediato para as crianças.

Para quem quiser comprar e conferir o preço, vou deixar aqui embaixo o link de uma loja virtual que eu adoro e que também é parceira aqui!

 

Mamãe
Vanessa Motta Reis

 

Categoria: Experiências
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A parte mais difícil de educar!

Publicado por Vanessa Motta Reis em 18/10/2016 às 00h33

A parte mais difícil de educarExistem muitas coisas difíceis na hora de educar um filho, mas para mim dizer “não”, ensinar a ser independente e me corrigir foram os mais difíceis.

Sim muitas vezes dizer “não” cortava o coração, mas sei que o não na vida de todos é necessário, principalmente de crianças que estão em formação.

Filhos precisam de limites para crescer e quando falamos não e colocamos limites somos sim mais respeitados, além da segurança que passamos as crianças.

Aqui em casa o “Não” foi a palavrinha mais falada pela Malu e pela Valentina desde quando começaram a falar, talvez de tanto ouvir, mas sim eu já deixei de falar não para muita coisa que talvez no momento fosse necessário me manter firme, já voltei atrás de um não, coisas de coração de mãe mole, quem nunca? Mas hoje em dia aqui em casa não é não.

Ao mesmo tempo que queria ensinar a Malu a ser independente queria também fazer tudo por ela, sabe mãe que quer ter o filho para sempre debaixo da asa? Presente, olha eu aqui! Sim eu sempre ensinei a fazer tudo e ela sempre foi muito esperta para aprender, mas no final olha eu lá fazendo por ela, até que a Valentina nasceu e aí eu realmente precisava da minha filha mais independente.

Valentina chegou e o ciúmes da irmã também e como dizer naquele momento “mamãe te ensinou, você já sabe”. Senti que a culpa era minha, a famosa culpa da maternidade, então deixei a Valentina crescer com muito mais independência para desbravar o mundo e foi desde então que aprendi também que criar e educar incluem torna-los seres autônomos. Valentina é muito independente para tudo e isso estimula a Malu a querer fazer tudo sozinha também!

Me corrigir, ser exemplo ... ahhh, esse faço até hoje e de vez em quando me pego fazendo errado. Mas aprendi que de nada adianta mandar “filha agradeça”, elas aprendem muito mais quando pedimos por favor e falamos obrigada, na verdade acho mesmo que são os filhos que nos ensinam a sermos pessoas melhores.

Mamãe
Vanessa Motta Reis

Categoria: Experiências, Filhos
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Da Banheira para o Chuveiro

Publicado por Vanessa Motta Reis em 02/03/2016 às 21h39

Chega uma hora começamos a nos perguntar qual o momento certo para nossos filhos deixarem a banheira e começar a usar o chuveiro, será que tem uma idade ideal para isto? Bom! Quando a Malu nasceu, eu como mãe de primeira viagem prestei muita atenção no que a enfermeira da maternidade que deu o primeiro banho junto com o papai explicava e sinceramente, o primeiro banho que dei na minha filha parecia mais um monte de manobras radicais para não deixar cair água nos ouvidos e no rosto dela que nem consegui curtir o primeiro banho.

Depois fui me adaptando e aprendi que fazer do meu jeito era mais fácil e assim os banhos fluíram, no começo ela chorava muito, acho que o meu medo de deixar ela escorregar ou sei lá o que, passaram todos para ela. Hoje posso dizer que para dar banho em um filho basta apenas seguir nossos instintos maternos e esquecer aquele monte de opiniões tipo, “segura aqui” “cuidado vai cair água no ouvido” “não demora tanto está frio” “lava primeiro a cabeça” e por aí vai, sabe as pessoas não fazem por mal, mas vamos combinar que neste momento tudo o que precisamos é do silêncio.

 Malu adorava o banho de ofurô (balde) li-te-ral-men-te, era o banho calmo, tranquilo e relaxante para ela, algumas vezes chegou a dormir nele, que delícia!!

Com um ano passamos a banheira do suporte para o chão do banheiro e aos poucos ela foi sentindo-se segura e foi saindo da banheira para o chão, primeiro sentadinha no tapete antiderrapante e não demorou muito estava lá em pé tomando seu banho de mocinha, mas preciso confessar que na primeira filha os cuidados excessivos atrapalharam um pouco e até hoje Malú não põe a cabeça debaixo do chuveiro.

Não me lembro de um banho que tenha pego minha filha no colo e levado para baixo do chuveiro comigo e sinceramente, como me arrependo!

Quando a Valentina nasceu, notei que as explicações da enfermeira foram as mesmas na maternidade, ahhh... mas desta vez foi diferente, não prestei atenção nas explicações, mas consegui curtir a emoção do pai babão dando banho na pequena.

Com a Malu eu começava a dar o banho com ela de barriga para cima na banheira e notei que quando virava ela de bruços o choro parava, Com a Valentina o banho sempre começava de bruços e desde o primeiro banho deixei a água escorrer pelo rostinho dela, sempre pouquinho claro e foi aumentando conforme ela foi ficando maiorzinha.

Valentina também teve seu banho de ofurô, mas nunca chegou a dormir dentro dele e apesar de ser bem agitada ela conseguia relaxar e tirar boas horas de sono depois do banho.

O primeiro banho de chuveiro da Valentina foi com a mamãe e ela tinha 20 dias,desta vez deixei o medo de lado, peguei minha filha no colo e dei seu primeiro banho de chuveiro com direito a molhar o rostinho e a cabeça, claro que tudo com muito cuidado para a bichinha não assustar.

Com sete meses a Valentina já sentava sozinha, então deixamos a banheira e começamos a usar um ofurô maior, para crianças até 3 anos, com 11 meses ela tomava banho sentada no chão do banheiro com a Malu e a mamãe do lado de fora admirando as crias. 

Hoje com um ano e três meses ela toma banho debaixo do chuveiro, coloco o tapete no chão e ela fica em pé e entra e sai do chuveiro, simplesmente adora! Ainda uso o ofurô a noite para ela relaxar.

As vezes sinto que muitas vezes eu dificultei um processo que era para ser mais fácil, mas tudo bem, vivendo e aprendendo.

Aí vai algumas dicas da minha experiência se te ajudar nesta transição.

  •          De vez em quando tome um banho de chuveiro com o pequeno, saia da rotina é uma delícia e quando chegar a hora ele estará mais familiarizado.
  •          O tapete antiderrapante é ótimo para esta transição e os brinquedos de banho ajudam a incentivar a criança a sair da banheira para pega-los no tapete, sempre com o incentivo dos pais.
  •          O seu medo e a sua insegurança também é o medo e a insegurança do seu filho, seja positiva e passe isso para o filhote.
  •          É importante tomar cuidado para não entrar água nos ouvidos ou deixar que a criança beba a água da banheira, mas desde o primeiro banho deixe escorrer um pouco de água da cabecinha para o rosto, assim o bebê já vai se acostumando.
  •          O banho precisa ser prazeroso e divertido, não só para o seu filho, mas para você também.

"Banho não precisa ter regras, precisa ter amor e confiança".

Beijos e até a próxima,

Vanessa

 

 

 

Categoria: Experiências
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