Diário de Mãe

Sugador nasal: um item que não pode faltar no seu enxoval

Publicado por Vanessa Motta Reis em 20/10/2016 às 22h00

Sugador Nasal Sana BabiesFoto de arquivo pessoal - sua reprodução não está autorizada

Uma das coisas que me incomoda muito é nariz entupido, agora imagina um bebê com o narizinho cheio de secreção, escorrendo ou sujinho mesmo. Quando a Malu nasceu comprei o aspirador nasal, mas não deu certo e foi aí que mesmo com medo recorri ao velho e bom cotonete para tirar as sujeirinhas do nariz dela. Medo porque bebê não para e se escapa da mão é acidente na certa.

No enxoval da Valentina nem inclui o aspirador na minha lista, mas aos três meses ela teve um início de pneumonia e foi aí que meu marido me apresentou uma novidade que estava chegando no Brasil e que já era tendência em toda Europa o sugador nasal da Sana Babies e foi excelente. Na época Valentina mamava exclusivamente no peito, mas com o nariz entupido ela tinha dificuldades de mamar, cansava logo de sugar e com isso se alimentava menos e era tudo o que eu não precisava naquele momento.

Enfim o que eu quero compartilhar aqui são as vantagens de um produto de qualidade e que eu sinceramente acho que não deve faltar na sua lista de enxoval, pois certamente será muito útil.

Como é usado o sugador nasal

O sugador nasal funciona através de sucção que é feita por um adulto, através de uma ponteira de silicone bem macia que é colocado na entrada do nariz da criança, não é preciso introduzir dentro do nariz, por isso não machuca!

A secreção que sai do nariz da criança fica dentro de uma barreira que tem logo após a ponta do sugador, evitando qualquer contado com a nossa boca.

Antes de usar o sugador nas meninas eu primeiro coloco soro fisiológico para umedecer e facilitar a retirada das sujeirinhas e secreções.

O sugador Nasal da Sana Babies é indicado não só para quando os bebês estão resfriados, mas também para a limpeza diária e por experiência própria, vai te dar mais segurança para usar do que o cotonete.

Diferenciais do sugador nasal.

  • Fácil e seguro de usar.
  • Preço justo (ótimo custo benefício).
  • Não precisa comprar filtros extras, a válvula de contenção é lavável, assim como o sugar todo.
  • A ponteira de silicone é molinha, suave e não machuca, pode ser usado desde o nascimento até os cinco anos.
  • Faz a limpeza com facilidade e proporciona um alívio imediato para as crianças.

Para quem quiser comprar e conferir o preço, vou deixar aqui embaixo o link de uma loja virtual que eu adoro e que também é parceira aqui!

 

Mamãe
Vanessa Motta Reis

 

Categoria: Experiências
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A parte mais difícil de educar!

Publicado por Vanessa Motta Reis em 18/10/2016 às 00h33

A parte mais difícil de educarExistem muitas coisas difíceis na hora de educar um filho, mas para mim dizer “não”, ensinar a ser independente e me corrigir foram os mais difíceis.

Sim muitas vezes dizer “não” cortava o coração, mas sei que o não na vida de todos é necessário, principalmente de crianças que estão em formação.

Filhos precisam de limites para crescer e quando falamos não e colocamos limites somos sim mais respeitados, além da segurança que passamos as crianças.

Aqui em casa o “Não” foi a palavrinha mais falada pela Malu e pela Valentina desde quando começaram a falar, talvez de tanto ouvir, mas sim eu já deixei de falar não para muita coisa que talvez no momento fosse necessário me manter firme, já voltei atrás de um não, coisas de coração de mãe mole, quem nunca? Mas hoje em dia aqui em casa não é não.

Ao mesmo tempo que queria ensinar a Malu a ser independente queria também fazer tudo por ela, sabe mãe que quer ter o filho para sempre debaixo da asa? Presente, olha eu aqui! Sim eu sempre ensinei a fazer tudo e ela sempre foi muito esperta para aprender, mas no final olha eu lá fazendo por ela, até que a Valentina nasceu e aí eu realmente precisava da minha filha mais independente.

Valentina chegou e o ciúmes da irmã também e como dizer naquele momento “mamãe te ensinou, você já sabe”. Senti que a culpa era minha, a famosa culpa da maternidade, então deixei a Valentina crescer com muito mais independência para desbravar o mundo e foi desde então que aprendi também que criar e educar incluem torna-los seres autônomos. Valentina é muito independente para tudo e isso estimula a Malu a querer fazer tudo sozinha também!

Me corrigir, ser exemplo ... ahhh, esse faço até hoje e de vez em quando me pego fazendo errado. Mas aprendi que de nada adianta mandar “filha agradeça”, elas aprendem muito mais quando pedimos por favor e falamos obrigada, na verdade acho mesmo que são os filhos que nos ensinam a sermos pessoas melhores.

Mamãe
Vanessa Motta Reis

Categoria: Experiências, Filhos
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Ser mãe é difícil e educar não é fácil

Publicado por Vanessa Motta Reis em 01/09/2016 às 20h55

“Faz-se precisa a educação pessoal e coletiva;

da primeira decorre o progresso particular;

da segunda, a evolução do mundo e das suas leis.”

Emmanuel, em Palavras do Infinito

Como foi feliz o autor citado na elucidação dos dois enfoques nos quais uma criança deve ser educada; para melhorar a si e contribuir para a melhoria da sociedade.

Ser mãe é difícil, educar não é fácil

 

Outro dia falei da importância dos pais neste processo, da responsabilidade pela formação do ser que nasce e vive em seus braços.

Toda mãe deve ser uma educadora, mas para que isto aconteça é importante não misturar o papel de mãe com o de amiga, deixando de lado a proteção excessiva decorrente da maternidade para que eduque sua criança como deve ser feito, é necessário um distanciamento que requer reflexão e aprendizagem.

O primeiro passo é ‘ver’ a criança como um ser à parte, potencialmente autônomo e que deve ser criado para manter-se assim; portanto, nesta hora, é preciso não olhar para o seu filho Antônio e sim para a pessoa Antônio. O que ele traz de virtude? E de defeitos? E como você, como educadora – agora é você que não pode misturar os papéis, a mãe fica para outro momento-, pode aumentar as virtudes e diminuir os defeitos deste ser que está sob sua orientação?

Em que ele é egoísta ou pródigo em excesso? Valoriza muito a todos e pouco a si mesmo? Como equilibrar esta relação, para ensiná-lo a ver as suas próprias qualidades e compreender que todos trazem algo a melhorar e, portanto, as pessoas devem ser tratadas com respeito e com a devida cautela, para que no futuro ele não se machuque tanto?

Tem tendências que precisam ser monitoradas e observadas com atenção? É excessivamente grosseiro com as meninas? Hora de ensinar o cavalheirismo. Tem estopim curto e briga com os colegas? Agora a hora é de ensinar paciência. Gosta de dormir até tarde e não termina as atividades que lhe competem durante o dia? É o momento de aprender disciplina. Desanima facilmente ante um obstáculo? Precisa aprender a perseverança. É impulsivo e age primeiro para pensar nas consequências depois? É o momento do equilíbrio. E assim por diante.

Veja, que para ser educadora, é preciso ver a realidade e não mascará-la por achar que ama, pois um ser sob sua responsabilidade que não recebe a educação necessária, no tempo certo, será visto por você, mais tarde, tendo que responder às normas da sociedade e elas sempre serão mais severas e não poderão levar em consideração, no julgamento, as virtudes que você conhece e sabe que ele tem!

Portanto, é importante, aprender a desempenhar os dois papéis: eduque seu filho com a severidade que você sabe ser necessária no momento e, na primeira oportunidade, depois que perceber que o ensino fez efeito, chame-o para um conversa e agora sim, ele pode receber um chamego, um afago, um abraço, um sorriso de perdão e muitos incentivos para desenvolver tudo o que traz dentro de sim, de bom, e com seu auxílio, extrair de sua personalidade tudo aquilo que poderá ser causa de sua infelicidade futura.

Ser mãe não é fácil, educar é difícil, mas temos dentro de nós o fundamental para nos sairmos bem nas duas situações: amor!

Categoria: Filhos
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Como ser uma boa influência para minhas filhas

Publicado por Vanessa Motta em 27/08/2016 às 15h25

Uma mãe levou seu filho a Gandhi e solicitou:

- Mestre diga ao meu filho para não comer muito açúcar, pois faz mal à saúde!

Gandhi, depois de uma pausa, pediu:

-Volte com seu filho daqui há duas semanas.

Duas semanas depois quando ela voltou com o filho, Gandhi olhou bem fundo nos olhos do garoto e disse:

- Não coma muito açúcar, pois faz mal à saúde!

Agradecida, porém sem nada compreender a mulher perguntou:

- Mestre, por que me pediu para voltar somente depois de duas semanas?

Gandhi respondeu:

-Há duas semanas eu estava comendo açúcar. Não posso pedir aos outros, aquilo que eu ainda não pratico!

 

Como ser uma boa influência para minhas filhas 

Gandhi, mais uma vez, demonstra sua sabedoria em trazer para nós a essência do que é ser influente na vida de alguém... 

Não é possível ser influência sem dar exemplos, este é para mim o grande segredo!

E quero acrescentar aqui algo que já disse em um post anterior: criamos nossos filhos para a vida e eles tem, desde o nascimento, sua própria essência e, mais cedo ou mais tarde, sua própria opinião e, certamente, ela será dada com base naquilo que aprenderam com a gente. Nossos filhos aprendem observando, e para mim a incoerência é um fator decisivo para que minhas filhas não vejam em mim um exemplo a seguir. Portanto, o segundo segredo: autenticidade!

Procuro ser eu mesma: com meus defeitos, com meus limites, com minha capacidade de amar e perdoar e sempre, quando elas ou alguém questionar, serei firme ao dizer que sempre procurei fazer o melhor, dando o melhor de mim; Com o tempo minhas filhas saberão que não sou perfeita em tudo, mas que sou perfeita do meu jeito!

Serei para elas sempre um porto seguro: o lugar para onde elas podem voltar sempre que a vida as fizerem enfrentar alguma coisa inesperada ou oposta aquilo que elas querem; em qualquer tempo isto acontece; quando perdem no jogo da escolinha, quando não conseguem tomar o brinquedo do amiguinho, quando não é aceita em determinado grupo; a vida social inicia este aprendizado cedo.

Quero que me vejam como uma mãe acessível, paciente e simples, aprendendo, desde cedo, a ouvir, com real atenção, o que para elas é importante. Quero aprender a me interessar pelo que elas se interessam e ser verdadeira ao dizer que não entendo ou não compreendo isto ou aquilo e pedir para ser ensinada.

Filhas, seja como for, goste do que goste, faça o que faça, desde que não seja ilegal ou anti-ético, respeitarei o seu modo de ser. E como mãe, quero ser respeitada; quero ensina-las a compartilhar da minha amizade , mas que nunca confundam os limites e que reconheçam esta diferença.

Permito-me não me culpar por não acertar todas as vezes e sempre que tiver condições de compreender, serei humilde para pedir desculpas, quando estiver errada, da mesma forma ensinarei a vocês pedirem desculpas, quando cometerem erros.

Sempre que possível, elevo minha auto-estima para ensinar a minhas filhas que as pessoas também devem ser admiradas e valorizadas. Em todas as oportunidades que eu tiver quero incentiva-las a caminharem sozinhas e as serem independentes, quero que aprendam a fazer suas escolhas mas sempre mostrando que elas podem ter consequências  e que serão responsáveis por elas.

Crie seu filho para ser um bom amigo, um bom namorado, um bom pai, um bom profissional, um bom vizinho. Mostre a seu filho, através de seus atos, como se faz. E sempre, sempre que possível, esteja bem humorada, com um sorriso no rosto, com uma gostosa e sincera gargalhada, de braços abertos para recebê-lo com alegria.

Da mesma forma, sempre, sempre que a vida o fizer chorar, esteja junto dele e com calma, com respeito e com carinho, na primeira oportunidade, junto com ele, analise se as lágrimas foram causadas por ele mesmo...

Ser uma boa influência na vida de alguém, na vida de um filho, é ser uma pessoa sensata, centrada, capaz de perceber a realidade como ela realmente é e, com perseverança e otimismo, mudar o que precisa ser mudado ou adaptar-se àquilo que foge ao nosso domínio.

E é  assim que espero ser a melhor influência para minhas filhas.

Categoria: Maternidade
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