Amamentação durante o tratamento do câncer de mama

Publicado por em 23/11/2015 às 23h30

Entenda sobre a amamentação durante o tratamento do câncer de mama

Com o acompanhamento médico a mãe pode amamentar normalmente e ainda aumentar suas chances de sobrevida

 A amamentação é um período muito importante para saúde da mãe e da criança. Na mãe reduz os riscos de câncer de mama, já no bebê torna-se essencial para o seu crescimento saudável e no combate a diversas infecções.

Atualmente uma americana teve o rosto estampado em diversas matérias que viralizaram na internet. A mulher (não expuseram seu nome) foi diagnosticada com câncer de mama em estágio avançado durante a gravidez e precisou fazer o tratamento necessário, inclusive a mastectomia. A jovem mãe emocionou o mundo com a imagem em que amamenta o filho com apenas um das mamas.

É comum câncer de mama durante a gravidez?

De acordo com especialistas em ginecologia o número de pacientes com câncer de mama cresce desde a idade média, quando as mulheres decidiram ter filhos. É importante realizar durante a gravidez o pré-natal e o acompanhamento médico para evitar riscos tanto para o bebê, quanto para a mãe.

Em casos em que o câncer é detectado em estágio inicial é aguardado o final da gestação para iniciar o tratamento. Contudo, pacientes que são diagnosticadas em estágio avançado da doença deve ser tratada imediatamente.

Mães que tiveram câncer de mama podem amamentar?

Como dito a amamentação é essencial para saúde do bebê e em casos de mães que tiveram câncer de mama algumas anomalias ocorrem por conta da doença podendo dificultar a amamentação. A retirada da mama mesmo que de forma parcial pode alterar ou danificar a estrutura ductal mamária e atrapalhar o aleitamento.

Mulheres que estão tratando-se com a quimioterapia não podem amamentar durante o prazo que varia entre 24 horas ou até 60 dias, vai depender do caso.

Mulheres que amamentam diminuem as chances de câncer de mama

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta que mulheres que amamentam num período superior a seis meses diminuem as chances do desenvolvimento da doença, pois ocorre a substituição do tecido glandular por gorduras de mamas. A amamentação é considerada um protetor natural. Mães que já sofreram de câncer de mama quando amamentam pelo menos um ano aumenta as chances de sobrevida e a possibilidade de desenvolver um tipo de câncer menos agressivo.

Fonte: www.ativasonline.com.br

Tags: Amamentação, Gravidez

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