Alimentação do filho é uma preocupação de toda mãe

Publicado por em 05/08/2015 às 13h58
Olá! Meu nome é Sáskia Lima, sou mãe da Sarah, hoje com dois anos e meio, e desde a gravidez passei a me preocupar e dar mais atenção à minha alimentação. Quando a Sarah iniciou a introdução alimentar, aprofundei ainda mais a minha busca por informação no assunto, pois queria que ela pudesse aprender hábitos saudáveis que levasse para o resto da vida. Divido com vocês, então, alguns aspectos importantes que aprendi e que venho colocando em prática ao longo desse tempo. 
 
A Alimentação do filho é uma preocupação de toda mãe
 

Como introduzir hábitos saudáveis na alimentação do seu filho

 
1. Comer de forma saudável deve ser um hábito de toda a família. Eu sempre pensei que se tentássemos ensinar para a Sarah que ela deveria comer frutas, verduras, evitar doces, não tomar refrigerantes, etc. mas fizéssemos tudo ao contrário, ela iria começar a questionar isso, à medida que fosse crescendo e percebendo que o que comíamos era diferente do que ela comia. Então, eu e meu marido mudamos vários hábitos alimentares, para que pudéssemos ser o exemplo para ela.
 
2. Quanto mais cedo iniciarmos a introdução de açúcar e doces, mais rapidamente o paladar da criança ficará habituado a isso e o açúcar sempre precisará ser utilizado na preparação de sua comida. Na verdade, eu entendo que a criança nasce sem nenhum hábito. Nós é que os introduzimos, não é? Então se eu começasse a introdução alimentar da Sarah já oferecendo frutas com açúcar, sucos e iogurtes adoçados, seria isso que ela esperaria dos alimentos e ficaria ao longo do tempo com o paladar condicionado ao açúcar. Então, esperamos até os dois anos da Sarah para ir introduzindo açúcar na sua alimentação gradativamente. Claro que antes dos dois anos, em algumas poucas ocasiões, ela comeu algum alimento adoçado, mas foi a exceção e não a regra.
 
3. É importante passar certos valores para que as crianças cresçam e se tornem adultos conscientes do que estão consumindo e do seu papel na sociedade. Eu sempre fazia minhas compras no supermercado, consumia muitos produtos industrializados e nunca gostei do ambiente de feiras. Mas quando passei a me preocupar e me interessar pela origem dos produtos que levava para dentro de casa, entendi que consumir direto do produtor não era só uma questão de buscar um produto mais saudável ou mais barato. Havia todo um contexto social envolvido. Eu estava ajudando a gerar emprego, aumentar a produção e as vendas dos produtores rurais e da agricultura familiar, que muitas vezes têm poucos canais de distribuição ou têm que se sujeitar a preços irrisórios impostos pelos atravessadores para escoar sua produção. Hoje já faz parte do meu programa semanal ir á feira, escolher tudo fresquinho, conversar com os produtores e pedir informações sobre a origem dos alimentos. Constantemente a Sarah me acompanha nesse programa, para que desde pequena saiba de onde vem a comida que temos em casa. Muitas vezes ela leva a cestinha dela e escolhe suas frutas. Acaba virando uma brincadeira!
 
4. Oferecer sempre alimentos novos e diferentes, ajuda a criança a ter um paladar mais diversificado. Lá em casa eu adoro testar novas receitas e a família toda é cobaia. Então a Sarah sempre tem a oportunidade de experimentar novos sabores, seja de frutas, verduras, bolinhos, pães ou alimentos menos consumidos no dia-a-dia, como arroz negro, por exemplo.
 
5. Cozinha pode ser lugar de criança sim, desde que sejam tomadas medidas de segurança e sempre com supervisão. Acredito que quanto mais cedo a criança tiver contato com os alimentos e seu preparo, mais facilmente se interessará pelo assunto e comer não será apenas uma questão de necessidade. Lá em casa, sempre que possível, a Sarah ajuda, participa ou acompanha a preparação da comida. Tarefas simples como misturar alguns ingredientes, escolher uma fruta ou contar quantos ovos serão necessários para o preparo, podem ser facilmente dadas a criança, que se sentirá muito importante por saber que ajudou a realizar aquela tarefa que resultou no preparo da comida.
 
E por fim, acredito que refeições à mesa e em família reforçam o exemplo da alimentação saudável e da atenção ao que se está comendo. Entre um e dois anos de idade, a Sarah comia frequentemente em frente à TV e isso me deixava muito frustrada. Com o tempo, conseguimos mudar esse hábito e hoje ela faz as refeições na mesa, conosco, mas isso é assunto para a próxima conversa.
 
Sáskia Lima

Sáskia Lima é mãe da Sarah e dos gêmeos Miguel e Henrique, autora da página Lancheira Divertida no Facebook e Instagram onde escreve dicas e receitinhas saudáveis e deliciosas do dia a dia para as crianças.

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Te espero lá!

 

Tags: Alimentação Infantil

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